A Confraria Dos Malditos: A Jornada, o Conto (Crônicas Do Éden)

Por AFONSO CELSO FRANCO DE ALBUQUERQUE

Sobre o livro

Naqueles que foram os seus dias _Olhos Negros, a Irmandade da Sociedade do Vrill, e, em seus sonhos _Olhos Negros, o fogo fora lançado de forma insana e indiscriminada sobre todo o ser que há no Jardim, e, eram anjos contra anjos, e, o sangue de todos os inocentes foi derramado no Jardim, aquele ilustre cavalheiro que se vestia, todo de branco, aquele ilustre cavalheiro que fora recebido por seus rufiões na taberna matinal, e, para ele, a prenda destinada ao Portador foi vendida por apenas um óbolo para lhe servir aos seus libidos, aquele cavalheiro, o arauto da Tempestade, o enviado da Irmandade de Hórus, não estava só.

O cavalheiro que se vestia de vermelho e que portava em sua mão uma espada, estava presente no Jardim, e, foi que, a terça parte da relva verde se tornaria, em um milésimo de um instante, em um milésimo, em que, um brilho intenso no horizonte substituiria até mesmo a luz do próprio sol, cegando a todos que para aquele brilho olhassem, fulminando e vaporizando a todos que da fonte estivessem mais próximos, mesmo que, a milhares de jardas de distância, se tornariam cinzas.

E um terceiro cavalheiro e este se vestia todo de preto, eis que também ele estava presente no Jardim, e, ao lado dos seus irmãos, trazia consigo a chave do poço, e, desta imensa cratera surgiriam as criaturas mais hostis ao ser, surgiram pragas, e, surgiram pestes.

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