A conciliação como fonte de Harmonização das relações de Trabalho
Por Paulo RobertoSobre o livro
O autor cuidou de produzir um texto capaz de atingir um público amplo, que consiga absorver o conteúdo, independentemente de formação jurídica.
A pretensão é captar leitores com diferentes formações acadêmicas e pessoas que apreciem uma obra predominantemente literária que se contraponha à escrita muito técnica e aguda.
Afinal, o tema central do livro é a conciliação, que todos praticam, ou deveriam praticar no dia a dia, mesmo que não seja numa situação judicial.
A tentativa da conciliação judicial trabalhista da experiência apresentada ocorre em seu nascedouro jurídico, embora o litígio já exista desde a ruptura na relação capital x trabalho. A tentativa conciliatória acontece no primeiro contato dos litigantes, quando é iniciada a participação estatal.
O terceiro ator da relação tripartite (o Estado) se apresenta primeiramente como conciliador. A atuação do Estado-Juiz, que instrui e julga, só ocorre num segundo momento. Uma experiência única e pioneira na Justiça do Trabalho e no judiciário nacional.
O autor é servidor da Justiça do Trabalho há quase quatro décadas, e em apenas quatro anos desse longo período ficou fora das salas de audiências.
Trabalhou primeiramente como secretário de audiência e posteriormente como conciliador, antes mesmo da institucionalização da conciliação, formalizada com o Novo Código de Processo Civil.
São apresentadas vivências, experiências e métodos desenvolvidos de forma empírica, que hoje fazem parte das técnicas acadêmicas apresentadas nos diversos, múltiplos e necessários cursos e debates sobre a conciliação.
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