Sobre o livro
Comentavam, na cidade de Prata, sobre uma mulher que caminhava sorrateiramente por todas as casas. Seus olhos eram negros de um extremo a outro e os seus lábios unidos, mas ao abri-los — para soltar gruindos — pareciam colados e elásticos, feito gomas de mascar empapados de sangue. Diziam, as velhas e novas línguas, que ela guardava costelas, várias delas em um sótão vazio, mas ninguém vivo ou são, suficiente, se via disposto a contar o porquê.
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