A Chama da Gratidão

Por Arnaldo Francisco de Sousa

Sobre o livro

O processo de gratidão parece óbvio para uma pequena e crescente parcela da população que a pratica, porém há uma legião de pessoas que não faz ideia do que pode representar o conceito profundo de gratidão.

No Egito antigo, o faraó era considerado uma divindade há de mais de 12 mil anos, pois segundo a mitologia (ou realidade) seres vindos dos céus (de acordo com os hieróglifos) assumiam de alguma forma, postos de comando e, logo, muitos faraós eram Deuses.

O povo criou o hábito da reverência em agradecimento aos líderes/divindades.

Os chineses, os japoneses e outros povos orientais utilizam o corpo em reverência, como gratidão a alguém, no mecanismo do receber. Diferentemente, nós ocidentais preferimos falar: Eu Sou Grato a você, por isso ou por aquilo, sem fazer a reverência.

O receber tem um significado divino importante. Saber receber é um gesto de humildade. Receber ajuda é reconhecer a nossa fraqueza humana. Essa é uma dificuldade que muitas pessoas carregam em nossos dias e não reconhecem que o rece- bimento é algo magnânimo.

A falta de humildade em receber, com o passar do tempo, irá bloquear a energia de algumas ou todas as áreas da vida. Esse bloqueio não acontece da noite para o dia. É como um conta-gotas.

Você se recusa a receber uma vez, dez, cem mil, milhares de vezes ao longo de anos e você vai sentindo que seus empreendimentos não dão certo como antes. Cai a frequência de vibração positiva e a pessoa pode começar a somatizar, a transformar em doenças, no seu corpo, a energia bloqueada.

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