A armadilha da flexibilidade: por que o teletrabalho custa mais caro para as mulheres?

Por Julia Maria Feliciano

Sobre o livro

A promessa do teletrabalho era sedutora: flexibilidade, autonomia e o conforto do lar. Mas, para milhões de mulheres brasileiras, a realidade se revelou bem diferente.

Ao derrubar as paredes entre o escritório e a casa, o home office fundiu a jornada profissional com a carga invisível do cuidado doméstico, criando uma rotina de disponibilidade integral e exaustão silenciosa. Nesta obra, Júlia Maria Feliciano vai além do debate superficial sobre produtividade.

Com uma análise jurídica afiada e fundamentada na teoria da reprodução social, a autora expõe como a legislação trabalhista atual — ao isentar o teletrabalho do controle de jornada — institucionaliza a precarização feminina e ignora a dupla jornada. Mas há um caminho para a mudança.

Analisando casos reais de convenções coletivas no Paraná, este livro demonstra que a negociação coletiva é a ferramenta mais poderosa para garantir o direito à desconexão, metas justas e a verdadeira igualdade de gênero.

Leitura obrigatória para advogados, líderes sindicais, gestores de RH e todas as mulheres que buscam entender — e transformar — as regras do jogo no mundo do trabalho digital

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