A Ampulheta

Por Everaldo Júnior

Sobre o livro

Ele é o personagem caótico: começou ouvindo uma voz intensa e a seguiu. Ao descobrir a existência das areias mágicas do Tempo, encetou uma épica aventura, permeada de narrativas mitológicas, para sanar o seu grande desejo. Entendeu como foi a criação do universo até o porquê do Ragnarok.

Na criação do universo, havia a aura divina e os elementos primordiais que a compunha: o Nada, o Tempo e a Morte. Sendo respectivamente o preto, o branco e o cinza. O Nada era a parcimônia, o Tempo era equilíbrio, e a Morte a turbulência.

Todos eram mesclados através de uma aura divina, que mantinha todos unidos, sem intervir na influência que cada um causava. O Tempo possuía o papel de manter tudo unido, suprir o que fosse necessário através de Areias Incolores, para as almas gêmeas: o Nada e a Morte.

O Nada realizava ausência e a Morte não entendia seu sentido e culpava o Nada, causando confusão na aura divina. E o Ragnarok? Bem, é necessário assimilar as nuanças das areias contidas na ampulheta e, então deleitar um intenso desfecho.

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