A caixa preta de Darwin: o desafio da química à teoria da evolução

Por Michael Behe

Sobre o livro

Em 1996, A caixa preta de Darwin lançou ao mundo a Teoria do Design Inteligente: o argumento de que a natureza exibe evidências de design que vão muito além do acaso darwinista.

O livro catalisou um debate bastante acalorado sobre a evolução, que continua cada vez mais a se intensificar nos Estados Unidos e no mundo, incluindo o Brasil.

Em um amplo espectro científico, a obra se estabeleceu como o texto básico e fundamental do design inteligente (DI), o argumento que precisa ser considerado para determinar se a evolução, segundo propôs Darwin, é mesmo suficiente para explicar a vida da forma que hoje a conhecemos.

No posfácio da edição comemorativa do 10º aniversário do livro, Behe explica como a complexidade descoberta por microbiologistas cresceu drasticamente desde a publicação de seu livro e como essa complexidade irredutível tem sido um desafio contínuo ao darwinismo, que, sistematicamente, tem falhado em explicá-la.

No posfácio comemorativo desta edição de 2019, Behe reforça o poder crescente de seus argumentos – tão atuais e devastadores em 2019 quanto eram em 1996 – e comemora o crescimento do DI no Brasil e no mundo.

A caixa preta de Darwin é histórico, indispensável e ainda mais importante hoje do que era em 1996!

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