Sobre o livro
Em Brasília existe mais do que políticos e intrigas políticas, lá também existem zumbis. Não pense entretanto em mortos-vivos caindo aos pedaços e se arrastando lentamente como seres estúpidos ou feras irracionais atrás de pessoas para devorar.
Estes são apenas criaturas imaginadas pelo cinema e que se tornaram populares no imaginário por meio de séries de TV e livros. Os verdadeiros zumbis que habitam Brasília e o resto do mundo são pessoas trazidas de volta a vida por bruxos para os servir.
E existe muita vantagem em ter um zumbi como escravo: eles são inteligentes, são ágeis e fortes, são praticamente indestrutíveis, podem aprender qualquer coisa, inclusive mágica, e o melhor de tudo, são obrigados a te obedecer, mesmo que não gostem de suas ordens, pois essa é a principal característica de um zumbi: eles precisam ter um mestre e precisam obedecer as suas ordens, que são imperiosas.
Os dois únicos preços para se ter um zumbi são: 1º – você terá que pagar um preço de sangue, incluindo doar um pouco de sua vida para eles; 2º – você terá que alimentá-los com um ser vivo, de preferência um ser humano para que ele se desenvolva e fique mais forte e poderoso.
Neste romance você não verá os zumbis modernos, que surgiram no cinema durante o século XX, sendo popularizados pelas obras de George Romero como “A Noite dos Mortos Vivos” ou a série de TV “The Walking Dead”, mas os zumbis clássicos, que são pessoas controladas por bruxos, como ocorre em diversas culturas, sendo o exemplo mais famoso o vodu na cultura haitiana.
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Faça a leitura online do livro Nós, os zumbis, escrito por Érico Lúcio O. Monteiro. Esse é um trecho gratuito disponibilizado pela Amazon, e não infringe os direitos do autor nem da editora.













