Hinos homéricos: Tradução, notas e estudo

Por Homero

Sobre o livro

Clássica e sarcástica, esta obra, escrita no século 19 pelo espanhol Pedro Felipe Monlau sob o pseudônimo D. Dimas Camándula, pode atravessar os próximos séculos sem perder uma linha de sua desconcertante atualidade.

Afinal, trata de um tema que jamais saiu da berlinda em toda a história e parece revigorar-se a cada dia: a propensão humana ao roubo, que, para o autor, é inata e comum a todos os mortais. Ele provoca: “Que homem não haverá infringido sequer uma vez em sua vida o sétimo mandamento?”.

Camándula esclarece, porém, que há duas categorias de ladrões – a de ladrões “normais” e a de ladrões “excepcionais”, informação fundamental para justificar a obra.

Dirigido aos ladrões “normais”, os “homens de bem”, o livro apresenta-se como manual prático para ajudá-los a se prevenir da ação malévola do outro grupo.

“A primeira de todas as precauções é estar muito atento e lembrar a todo instante de que todos somos ladrões, que a ocasião faz o ladrão”, escreve o autor.

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