AUTISTA PAI DE AUTISTA: MANUAL DO PAI AUTISTA

Por Jaques Frick

Sobre o livro

O vocábulo “autista” originou-se do grego, onde autós (αὐτός) = “de si mesmo” / “próprio”, acrescido do sufixo -ista (do grego via latim) = indica adepto, relacionado, pertencente a, e surge da derivação nominal, aplicando-se o sufixo “-ista” ao radical “autismo”.

Este sufixo é utilizado para formar nomes de pessoas que se dedicam ou são afetadas por algo. Portanto, “autista” refere-se à pessoa que tem, ou é afetada, pela condição do autismo. A sua formação resultou em: autós + -ista → autista = aquele que se volta para si mesmo.

O termo autismo (autismus) foi usado pela primeira vez em 1911, pelo psiquiatra suíço Eugen Bleuler, ao estudar a esquizofrenia. Ele usou autismus para descrever um “afastamento da realidade e imersão excessiva no mundo interior”.

Mais tarde, em 1943, Leo Kanner usou autismo infantil precoce para descrever um grupo de crianças com padrões de comportamento e interação diferentes, consolidando o conceito no campo da psiquiatria infantil. Assim, autista passou a designar a pessoa com autismo.

“Autista” vem do grego autós (“de si mesmo”), associado à ideia de estar voltado para o próprio mundo. O sufixo “-ista” transformou o radical em adjetivo/substantivo, designando quem manifesta as características do autismo.

INÉDIDO!! O Protocolo Sensorial Autista.

O Protocolo de Suporte e Controle à Crise Sensorial Autista é um conjunto de procedimentos/ações a serem executadas quando ocorrer uma Crise Sensorial Autista, mais conhecida como crise de comportamento autista.

As crises sensoriais de comportamento autista são episódios de sobrecarga emocional e sensorial que podem se manifestar de diversas formas, como: explosões de raiva, agressão, choros incontroláveis, autolesões, recusa a participar de atividades.

A crise sensorial (ou sobrecarga sensorial) é uma sensação de excitação excessiva causada por uma quantidade de estímulos do ambiente que o corpo não consegue processar. Pode afetar um ou mais dos sentidos, como a visão, audição, olfato, tato e paladar.

Alguns sinais de sobrecarga sensorial são:

  • Agitação excessiva;

  • Choros;

  • Gritos;

  • Agressividade;

  • Dificuldade em focar;

  • Tensão muscular;

  • Fadiga;

  • Insônia;

  • Irritação a diferentes texturas;

  • Tontura;

  • Hipersensibilidade ou hiper-reatividade a estímulos sensoriais;

  • Cobertura dos ouvidos em resposta a sons;

  • Sensível a toques leves; e

  • Aversão a certos cheiros.

    O Protocolo Sensorial Autista. (passos).

    Estando em uma situação de sobrevivência ou de urgência, seja ela em ambientes naturais ou artificiais, lembre-se e execute, primeiramente, o seguinte algoritmo sensorial.

    Em uma crise sensorial autista, agir da seguinte forma:

  1. Manter a calma;
  2. xxxxxxxxxxxxxxxxxx;
  3. xxxxxxxxxxxxxxxxxx;
  4. xxxxxxxxxxxxxxxxxx;
  5. xxxxxxxxxxxxxxxxxx;
  6. xxxxxxxxxxxxxxxxxx;
  7. xxxxxxxxxxxxxxxxxx;
  8. xxxxxxxxxxxxxxxxxx; e
  9. Aguardar a pessoa se acalmar.

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