Do app ao (quase) altar

Por Vitor Zindacta

Sobre o livro

O que acontece quando o rigor de um vinho caro encontra o caos de um pastel de feira?

Alexandre Cevada é o epítome da ordem. Sommelier renomado e sócio de um bistrô de luxo em Pinheiros, sua vida é regida pela pontualidade, ternos italianos e critérios rigorosos — inclusive para o amor. Cansado de encontros previsíveis, ele decide quebrar seu próprio protocolo e dar um match em um perfil que é o oposto de tudo o que ele acredita: Bruno.

Bruno é um comediante de stand-up de São Bernardo do Campo que vive entre o Terminal Tietê e apartamentos minúsculos. Seu figurino favorito é uma camiseta de banda desbotada, sua comida é o pastel de feira e seu maior talento é imitar a voz do metrô de São Paulo nos momentos mais inapropriados.

Do primeiro encontro desastroso em um restaurante francês luxuoso até as ladeiras de Embu das Artes, Alexandre e Bruno iniciam uma jornada hilária sobre a fragilidade da perfeição. Enquanto Alexandre tenta catalogar o caos de Bruno, ele descobre que a felicidade não pode ser decantada e que o amor verdadeiro tem gosto de risco.

Entre ex-namorados com abdômen de comercial, mães aristocráticas furiosas, crises financeiras e muito improviso, eles precisarão decidir se o “Custo-Benefício do Caos” vale o investimento de uma vida inteira.

Do App ao (Quase) Altar é uma comédia romântica vibrante, ácida e profundamente brasileira, que prova que a solidez de um relacionamento não está na ausência de problemas, mas na capacidade de rir de cada um deles.

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