Uma única e infinitas verdades: o século XX em O arco–íris da gravidade, de Thomas Pynchon.

Por Pedro Dolabela Chagas

Sobre o livro

Este livro interpreta O arco-íris da gravidade, obra canônica de Thomas Pynchon,

indicando suas pretensões à representação do sistema-mundo moderno por volta de

1973, ano de seu lançamento. São discutidas suas singularidades composicionais em

suas implicações para a estruturação de um mundo ficcional em que a ontologia da

realidade resulta do acaso radical, da ação de uma força metafísica global, da ação

humana espontânea e da mecânica das instituições, em seus impactos sobre a ética da

vida cotidiana. A discussão se entrelaça com considerações sobre a trajetória de

Pynchon, com foco na inscrição na episteme contemporânea.

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