O CORPO COMO CAMPO DE BATALHA: FILOSOFIA, IDENTIDADE E BIOPOLITICA
Por Reginaldo Marcos Caetano PintoSobre o livro
O corpo é palco e trincheira. Nele se inscrevem leis, normas médicas, padrões estéticos e tecnologias de vigilância, mas nele também nascem gestos de liberdade, recusa e criação. O Corpo como Campo de Batalha: Filosofia, Identidade e Biopolítica convida o leitor a atravessar essa tensão essencial: a carne como lugar de poder e, ao mesmo tempo, de resistência.
Do pensamento clássico aos desafios contemporâneos, este livro percorre o caminho que vai de Platão a Foucault, da biopolítica à bioética, das disputas de gênero à medicalização da vida. Mostra como o corpo foi reduzido a mercadoria e estatística, mas também como pode se afirmar em sua dignidade inalienável.
Com linguagem clara, poética e rigor conceitual, o autor apresenta reflexões que ligam filosofia, política e cotidiano: o corpo vigiado por algoritmos, o corpo medicalizado em hospitais e aplicativos, o corpo que protesta nas ruas, o corpo que descansa em silêncio, o corpo frágil que ainda assim floresce em dignidade.
Mais do que teoria, este é um convite ético e existencial: defender o corpo é defender a própria humanidade. Entre cicatrizes e promessas, o livro mostra que o corpo é campo de batalha, mas também jardim — lugar onde, apesar das lutas, sempre pode germinar liberdade.
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