E se eu fosse MAGRA?

Por Carine Raposo

Sobre o livro

Passei a vida tentando caber. No jeans, nas fotos, nas opiniões. E quando finalmente consegui… ainda doía. Desde criança, meu corpo foi motivo de piada. Minto. Eu fui motivo, Meu lanche, minha forma de dançar, meus vestidos feitos por costureira. Então decidi emagrecer.

Fiz dieta, rezei, chorei, me odiei… e, por fim, operei o estômago. Entrei no maldito P. E achei que, com ele, a felicidade caberia onde eu bem quisesse. Mas a verdade? A vergonha ficou. Ficou nas roupas que deixei de usar. Nos amores que não vivi.

Na menina que se encolhia no canto da sala e que, mesmo depois de magra, e adulta, ainda não acreditava que era o suficiente. Essa não é só a história da minha bariátrica. É a história de tudo o que eu precisei perder pra começar a me encontrar. Um livro com humor, raiva, doçura e feridas invisíveis.

Porque se você também já se perguntou “E se eu fosse magra?” — a resposta pode doer menos se a gente descobrir juntas.

Este livro é pra quem já:

  • Se escondeu para não aparecer em fotos
  • Achou que ser magra era a senha da felicidade
  • Foi humilhada por médicos, balanças e roupas de viscolycra
  • Ou só quer lembrar que se padrão fosse bom, era vendido na padaria

Um livro onde a culpa é crocante.

E relaxa: aqui, calda de chocolate não é pecado. Spoiler alert: alto em adoçante e sarcasmo;

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