Os crimes do verão de 1985

Por Miguel d'Alte

Sobre o livro

Uma ilha fustigada por uma tempestade durante a noite.

Três desaparecidos.

Um culpado.

Onde estão os corpos?

Verão. 27 de agosto de 1985. Numa noite de tempestade, duas crianças e a sua cuidadora, Beatriz – uma adolescente de dezasseis anos -, desaparecem da casa de férias dos Mariz, uma família abastada de Lisboa, ligada à banca, na pequena Ilha do Poço Negro.

Quando os pais regressam depois de jantar, encontram a casa vazia e sinais de luta e sangue. Em pânico, e com a ajuda de Ademar Lear – um jovem jornalista que passava na rua a caminho de casa -, contactam as autoridades.

A ilha está isolada devido à tempestade, as buscas decorrem toda à noite, sem sucesso. De manhã, após a tempestade passar, uma dupla de inspetores da Polícia Judiciária chega à ilha para investigar.

A população acorda em choque e acolhe as forças da autoridade com desconfiança; jornalistas invadem a ilha: o caso torna-se mediático.

Dias depois, o violento namorado de Beatriz é preso. Todas as provas apontam para ele, mas são circunstanciais. É então que confessa os crimes e é condenado.

Até que, em 2012, um documentarista estrangeiro chega à ilha com novas provas sobre o caso e entra em contato com Ademar Leal – jornalista caído em desgraça, atormentado pela investigação que o tornou famoso -, entretanto regressado à ilha.

O que se passou no verão de 1985?

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