C. G. Jung e a Psicoastrologia – Fenômeno de Sincronicidade

Por ADÃO JOSÉ GONÇALVES DA CRUZ

Sobre o livro

Este ensaio de Psicoastrologia tem como base um experimento astrológico de Jung (2012) em “Sincronicidade – a dinâmica do inconsciente”, pois apresenta fator psicológico de extrema importância que devemos levar em consideração, que é o fenômeno de sincronicidade psíquica.

Esse fenômeno sincronístico ocorre em diferentes espaços-tempos nas duas camadas da psique, com ação direta nos doze pares de nervos cranianos, pois faz parte da fisiologia humana.

Esse fenômeno sincronístico pode ser analisado nas doze casas do horóscopo, na matriz astrológica do sujeito, pelas configurações e aspectos, pois representam os doze departamentos da vida que estão sob a soberania das Doze Hierarquias Divinas conhecidas como os Signos do Zodíaco.

Também observamos que esse fenômeno de sincronicidade teve o seu início nos primórdios da civilização humana, pois, em Gênesis 5, menciona que os patriarcas viveram centenas de anos.

Adão, Matusalém e os outros patriarcas não alcançaram pessoalmente tanta idade, mas viveram na consciência dos seus descendentes (através de imagens arquetípicas); os quais viam as vidas dos antepassados como se eles a tivessem vivido.

Após o mencionado período, os descendentes já não pensavam que eram Adão ou Matusalém. A memória desses antepassados apagava-se e por isso se diz que morreram.

Todavia, constata-se que a humanidade já estava inserida no processo de neuroplasticidade quântica, pois, formava imagens vivas na natureza da psique através do feminino (anima) e do masculino (animus).

Por outro lado, apresentamos estudos de casos reais, bem como tendências psíquicas e sociais dos movimentos LGBTQIAPN+, pois, pelas experiências diárias os arquétipos dos Signos do Zodíaco são revitalizados na natureza da psique do sujeito.

Todavia, esses arquétipos zodiacais se manifestam nas duas camadas da natureza da psique, no inconsciente coletivo e no inconsciente pessoal, através do feminino (anima) e do masculino (animus).

Dentro desses processos psicológicos, ao analisar os arquétipos da natureza da psique do sujeito, fazemos analogia do córtex visual humano com a fenomenologia das interfaces do mito da caverna, com base na hipótese da quantificação dos aspectos da personalidade desenvolvidos através do mito da caverna, de Platão.

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