A Revolta de Villa Euracini

Por Carlos Mateus

Sobre o livro

O lítio é utilizado em diversas aplicações militares, na indústria eléctrica, electrónica, nuclear, em medicamentos, metalurgia, purificação do ar, na óptica e na química orgânica e dos polímeros, a maior parte dele consumida para fins industriais, incluindo vidros e cerâmicas com resistência ao calor, ligas com alta força específica resistência-peso utilizadas em aeronaves e baterias de lítio e de íon-lítio, o que originou a cobiça de outros Estados-membros da União Europeia no subsolo do território nacional.

A soberania de Portugal é violada pelo triunvirato Alemanha, França e Espanha, aproveitando-se o nosso vizinho para anexar o norte de Portugal e estender as suas fronteiras até aos limites do rio Douro.

Os unionistas atacam da noite para o dia Villa Euracini e controlam o quartel militar ali instalado, onde se centraliza, distribui, dirige e conserva a base de dados das comunicações electrónicas de todas as forças armadas nacionais.

Um oficial piloto da força aérea, abatido em missão, consegue agitar a população e liberta o quartel militar, utilizando essencialmente um tipo de arma não letal. Pelo meio, há histórias de vidas que se cruzam e concorrem para que os euracinistas libertem o País dos seus invasores.

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