mais esperto que a dor: o mistério de encontrar alegria no sofrimento

Por Raymsandreson Prudêncio

Sobre o livro

As pessoas que perdem alguém que amam dificilmente se sentem à vontade para desabafar. Primeiro, porque elas se sentem na obrigação de serem fortes para os filhos ou outros entes queridos em condições mais vulneráveis.

Já vi o caso da mãe de um garotinho que sofreu um acidente fatal, não se permitir chorar na frente do próprio pai, porque ele era muito apegado ao neto e ainda tinha problemas de coração e hipertensão. Segundo, por pensarem que não serão compreendidas ou aceitas.

Terceiro, por quererem evitar sofrer ainda mais falando da dor. E, quando ultrapassam essas barreiras e se sentem mais à vontade para falar, não encontram alguém que possa ouvi-las de verdade.

Este livro tem o propósito de ser um “desabafador”, ou seja, um instrumento para que o/a leitor/a que está sofrendo possa ter a sensação de estar conversando com alguém que o/a entenda e acolha, mesmo que de uma forma meio engraçada (você vai ver), mas sincera e amorosa.

Eu acredito na cura pela fala: quando a boca fala, o coração sara.

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