20 Poemas e Prosas em Português: O Amor, o Mundo e as Divagações

Por Miguel Queijo Santos

Sobre o livro

O autor deixa-nos, nesta obra, uma selecção de 20 Poemas e Prosas em Português, que decidiu dividir em três capítulos. Alguns dos poemas poderão ser tidos por alguns caros leitores como polémicos pois o autor é directo em suas críticas e mordaz. Critico com o capitalismo feroz, com a zombificação religiosa, a estupidificação à qual os meios nos tentam submeter e pela falta de respeito pelo mundo que nos envolve, a natureza.

Capitulo I: Sobre o Amor.

Neste capítulo deixa-nos três poemas sobre o amor, o sexo, o carinho e a paixão, sendo eles:

– Quarto Vazio de Sonhos

– Será Amor?

– Simples e belo

Capítulo II: Sobre o Mundo.

O mais extenso, onde se incluem a maioria dos poemas e prosas. Aqui o poeta toca temas como a ecologia, a economia, a religião e a manipulação à qual estamos submetidos pelos meios de comunicação, pelos fazedores de opinião, já sejam eles políticos ou homens de batina.

Uma crítica aos que confundem os valores principais das religiões com o clericalismo e com o cinismo. Refere-se também o poeta à colonização e ao absurdo sentido de superioridade dos que controlam o mundo.

Uma chamada à rebelião contra aqueles que querem fazer do ser humano robots sem espírito critico e sem vontade.

Os Poemas que compõem este capítulo são:

– Televisão

– O Pássaro

– Horizonte Enevoado

– Pátria

– Sombra Clara

– Betão

– Penumbra

– Colonização

– Escaras

– Prelados Meus

– Longe

Capítulo III. Divagações. Aqui o poeta deixa alguns poemas que não entravam de forma directa em nenhuma das duas anteriores categorias. Escreve sobre a sua infância, sobre a juventude e as experiencias de juventude, mas também sobre a inspiração, ou melhor, a falta dela.

Os poemas incluídos são:

– Minha infância

– Cigarro do Riso

– Essa Página em Branco

– Primavera

– Lisboa

– Os Infernos

Os vinte poemas incluídos são muito diferentes entre si, inclusive de estilos poéticos diferentes. Não deixará ninguém indiferente, muitos gostarão, muitos outros não, mas o objectivo da obra é fazer pensar, é meditar sobre o mundo, e sobretudo resolve a necesidade que cada autor tem de fazer a revolução com a sua arma: a caneta! E claro, acordar as mentes adormecidas.

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