Antiliderança Tóxica na Presidência do Brasil 2018/2022: Contenção dos abusos presidenciais – Neomilitarismo – Princípio do controle civil sobre as Forças Armadas

Por Ericson Scorsim

Sobre o livro

O livro Antiliderança tóxica na presidência do Brasil apresenta temas essenciais à compreensão da subcultura de subdesenvolvimento institucional no País. Esta subcultura autoritária e tóxica deve ser superada pela cultura da liderança democrática.

A antiliderança presidencial é contrária ao regime democrático, à Constituição, aos direitos humanos e ao povo brasileiro e às instituições. O antilíder na presidência tem o potencial negativo de comprometer o presente e futuro das diversas gerações de brasileiros.

E, ainda, tenta manipular a história, ao fazer a apologia do regime da ditatura militar. A obra mostra a psicopatologia em torno do antilíder. A antiliderança é um sintoma da subcultura protofascista, vocacionada ao autoritarismo, à violência, à destruição e ao reacionarismo.

O livro demonstra que antiliderança utiliza de uma narrativa baseada em pseudologia fantástica, de mitomanias e de manipulação da opinião pública e do sentimento popular.

Através de táticas de delírio paranoico busca-se manipular o sentimento popular, valendo-se ainda de campanhas de desinformação em redes sociais. O livro apresenta a neomilitarização do governo e da política, mediante a exploração do eventual prestígio das Forças Armadas.

O governo civil foi militarizado, com a indicação de milhares de militares para cargos civis, algo inconcebível em um regime democrático.

E para agravar a situação o antilíder faz a apologia do regime da ditadura militar, faz ataques ao Supremo Tribunal Federal e intimida o Tribunal Superior Eleitoral e à integridade do sistema eleitoral. Sua tática é intimidar as instituições democráticas por intermédio das Forças Armadas.

Um dos temas abordados no livro é o princípio do controle civil sobre as Forças Armadas. No Brasil, ao contrário das democracias maduras, não há o enraizamento do princípio do controle civil sobre as Forças Armadas, algo perigoso para a própria democracia.

Por isto, o propósito da obra é iluminar o caminho da encruzilhada democrática. O foco é mostrar as psicopatologias em torno do poder presidencial e as opções para a contenção dos abusos presidenciais.

Para evitar a repetição de farsas e tragédias é necessária a consciência política e o forte compromisso com a defesa da democracia!

O limite ao arbítrio presidencial e de seus respectivos seguidores depende da ação das forças democráticas comprometidas com o futuro do Brasil, do povo brasileiro e da democracia brasileira.

O Brasil carece de líderes estadistas, comprometidos com os valores da democracia e de suas instituições, inclusive os valores ambientais (a sustentabilidade ambiental), com capacidade para unir o povo brasileiro e respeitar as suas diferenças, de entregar programas de governo de desenvolvimento nacional e regional, bem como programas sólidos para a erradicação da fome, para o pleno emprego, a proteção à saúde pública, e a difusão da educação pública de qualidade, cultura, entre outros bens coletivos.

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