Declaro–me: o sopro das rosas

Por Enzo Peixoto

Sobre o livro

Escrito aos dezoito anos, Declaro-me: o sopro das rosas marca o início de um belo caminho a ser percorrido pelo jovem poeta Enzo Peixoto. Os poemas da coletânea, na verdade, passaram a ser escritos quando ainda descobria sua paixão pela literatura e escrita, ainda aos quinze anos.

Tempo depois, seus escritos foram publicadas pela Viegas Editora, contando com belíssimas ilustrações de Zack Miranda.

Dividido em quatro partes — “Rosa”, “Rabiscos”, “Relógio” e “Ramalhete” —, sua poesia percorre diferentes temáticas que nem sempre é o que mais importa – às vezes, basta apenas sentir e apreciar a escolha das palavras, ritmos e combinações; às vezes, basta evitar racionalizar o que é puro sentimento.

Apesar de ser um livro sobretudo de poemas, Enzo esporadicamente também se doa à prosa, que é tão poética quanto os versos das tantas outras páginas.

Ao longo da leitura, fica evidente que Declaro-me: o sopro das rosas reflete também o amadurecimento e a sensibilidade do autor frente ao que passa a esbarrar em sua juventude. – Angélica Frangella

“É como se o livro operasse num regime de dueto, no qual palavra e imagem alternam protagonismo. Um um livro para ser lido devagar, permitindo que as palavras assentem no pensamento e reverberem no corpo. (…) Ler ´O Sopro das Rosas’ não é apenas seguir uma sequência de versos; é caminhar por um território em que cada página é uma pequena instalação artística.” – Andreia Santos

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