Sobre o livro
Mateus andava pelas ruas movimentadas de São Paulo. No sinaleiro um motorista desobedeceu a sinalização e atropelou o menino de nove anos. Como ele ficou gravemente ferido varias pessoas o socorreram. Destacou-se uma jovem enfermeira que fez os primeiros socorros.
Mateus preocupado aproximou-se daquela criança. Passados cinco minutos chegou à ambulância e o levaram ao hospital. A enfermeira comentou que o menino perdeu muito sangue, pediu para os doadores irem ao hospital doarem sangue. Dois homens e uma mulher se dirigiram ao hospital.
Entristecida aquela moça não podia fazer esta boa ação por tê-la feito a vinte dias. Mateus preocupado se aproximou dela e pediu o endereço do hospital.
Os dois se dirigiram a instituição. Ela chamava-se Janaina, trabalhava como auxiliar de enfermagem no hospital onde internaram o menino. Mateus morava na cidade Marmelada com sua família e trabalhava na padaria de um supermercado.
Depois de doar sangue enquanto Mateus tomava café Janaína se aproximou dele. O menino se machucou no acidente, mas iria ficar bom. Como o casal estava descomprometido combinaram se encontrarem no shopping center, pois iriam no cinema. Enquanto assistiam ao filme os dois se beijaram.
O rapaz retornou a sua casa. O irmão contou que o dono do supermercado onde ele e o pai trabalhavam vendeu o estabelecimento. Entristecido fazia cinco anos que trabalhava naquele serviço. O pai dele chamava-se José, afirmou que continuariam trabalhando no supermercado, mas iriam moderniza-lo.
Os novos donos do estabelecimento moravam em São Paulo. Juscelino Barbosa a quatro meses ganhou bastante dinheiro no sorteio lotérico. A esposa dele desejava se mudar para uma cidade do interior e trabalhar em seu próprio negócio.
No domingo em uma festa na chácara Mateus conheceu o novo patrão. Ester reconheceu dona Veronica, pois a vinte e cinco anos haviam dividido o quarto na maternidade em São Paulo. Mateus e Osvaldo nasceram no mesmo dia. Passaram-se noventa e cinco dias. Mateus simpatizou com os novos patrões.
Janaina enviou inúmeras mensagens românticas ao amado, ele telefonou varias vezes a ela. Em um sábado a tarde a moça telefonou para ele, afirmou que iria visita-lo na cidade Marmelada.
Quando se encontraram Janaína estava triste. Após se abraçarem Mateus perguntou por que estava deprimida. A mãe dela faleceu a alguns dias, deixou escrito na carta que ela não era filha legitima do finado pai. Porque conheceu o pai adotivo quando estava gravida de sete meses.
Ela ficou gravida de um homem casado. Pediu para a moça procurar o verdadeiro pai, o nome dele era José dos Santos e morava na cidade Marmelada. O pai do rapaz também tinha este mesmo nome. No domingo Janaina foi almoçar na casa do Mateus.
Depois da refeição a moça mostrou uma fotografia tirada na sua festa de quinze anos ao lado dos pais. Jose reconheceu Helena, pois foram apresentados numa festa de despedida de solteiro. Espantada e nervosa Janaina afirmou que ele era o pai legitimo dela.
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