Resposta a Carl Gustav Jung: Origem e Arquétipos do Inconsciente Coletivo
Por ADÃO JOSÉ GONÇALVES DA CRUZSobre o livro
Quando se observa na natureza da psique que o inconsciente coletivo contém toda a herança espiritual; renascida na estrutura psicológica de todo o individuo e que a separação da psicologia, da biologia é artificial porque a psique humana vive numa união indissolúvel com o corpo, mente, alma e espírito.Neste Ensaio, notamos que a teoria da cisão entre a mente e o corpo parece estar sanada, bem como a origem do Inconsciente Coletivo.
Mas para isso é necessário compreender que a psique e os Estados de Matéria são fenômenos inter-relacionados e não reduzíveis uns ao outro. Podemos dizer que embora a música dependa de um instrumento físico, ela não é reduzível à matéria da qual é feito o instrumento.
Do mesmo modo que o piano não faz a música, a matéria do cérebro não faz a mente, mas um não existe sem o outro.
Assim como a música, podemos observar que toda produção humana é produto de um fator que transcende a matéria e a própria consciência.Conforme analisado, de forma concisa e sem apresentar definições matemáticas condizentes à estatística quântica, podemos caracterizar os Condensados de Bose-Einstein como o estado ou fase da matéria no qual os átomos encontram-se desprovidos de sua “individualidade”, passando a admitir um mesmo estado quântico fundamental.
Por analogia, o mesmo acontece com o Inconsciente Coletivo em relação ao Macrocosmos.
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