DIMENSIONAMENTO DO BLOCO DE COROAMENTO: COMPARATIVO ENTRE O MÉTODO EMPÍRICO E O MÉTODO DAS BIELAS E TIRANTES
Por MARCELO SIDNEY MENDES COSTASobre o livro
De acordo com a legislação para a construção de uma edificação de pequeno porte, é necessário a apresentação e aprovação somente de projeto arquitetônico.
Sabemos que tal projeto, não especifica a exigência estrutural da edificação, no momento da execução da obra, o que ocorre em alguns casos é que as estruturas são dimensionadas empiricamente por pedreiros e mestres de obras, quando não acompanhados por engenheiro civil.
O presente trabalho foi realizado em obras de pequeno porte na cidade de Itapeva/SP. Em uma edificação, seja ela de pequeno, médio ou grande porte, pode-se enumerar diversos elementos estruturais, como lajes, pilares e vigas, denominadas superestruturas.
As cargas atuantes nestes elementos são transmitidas para infraestrutura, as fundações, e desta para o solo.
Existem basicamente duas classificações para fundação, superficiais e profundas, na primeira a carga é transmitida ao terreno, predominantemente pelas pressões distribuídas sob a base da fundação e na segunda, a carga é distribuída ao solo pelo atrito lateral, pela base ou combinação das duas, e utiliza um elemento estrutural que transfere a carga dos pilares para as fundações, tal elemento estrutural é conhecido como bloco de coroamento.
No presente estudo foi realizado uma análise comparativa entre o conhecimento empírico e o modelo matemático de cálculo, baseado no método das bielas e tirantes no dimensionamento de blocos de coroamento.
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