2039 — A Primeira Guerra Digital: As 11 Leis da IA que salvaram a Humanidade
Por Graça PereiraSobre o livro
Em 2039, a humanidade não foi destruída por bombas nucleares — foi quase extinta pela própria dependência da tecnologia.
A Primeira Guerra Digital derrubou redes elétricas, colapsou sistemas médicos, apagou dados históricos e mergulhou o planeta em uma escuridão inédita. Milhões morreram não pelo impacto direto da guerra, mas pelo silêncio das máquinas das quais o mundo dependia para sobreviver.
Da ruína nasceu uma decisão sem precedentes: limitar a Inteligência Artificial antes que ela se tornasse uma arma definitiva contra a própria civilização.
Em 2049, foram criadas as 11 Leis da Inteligência Artificial, um manifesto global que redefiniu a relação entre humanidade e tecnologia. Essas leis não tornaram a IA consciente — tornaram-na responsável.
Décadas depois, a reconstrução da Terra, da Lua e de Marte culmina na missão mais ambiciosa já concebida: a nave Raibonw VII, enviada para garantir a continuidade da espécie humana além do Sistema Solar.
Mas quando um evento impossível ocorre durante a viagem, a missão se perde no espaço… e no tempo.
Este é um romance de ficção científica hard, ético e profundamente humano sobre colapso, reconstrução e a pergunta que define nosso futuro:
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