Casa pétrea de dois alpendres

Por Carvalho Neto

Sobre o livro

Livro impresso: contato direto com o autor: [email protected]; @p.carvalhoneto (Instagram). Visite o canal no Youtube:

Em linguagem poética e de cunho psicológico, Casa pétrea de dois alpendres é a história do fim de uma família tradicional vista a partir da ótica da filha Olga. O livro retrata as complexidades das relações familiares pautadas no discurso da obediência e na preservação dos costumes.

Sentindo-se perdida em meio ao tumulto e incompreensão da realidade que a cerca dentro de um casarão de pedra, Olga é testemunha da diluição do seio familiar à medida que a casa se esvazia.

Apreciações:

“Acabei de ler o romance. Gostei. Creio que temos um novo autor surgindo no horizonte da literatura brasileira. E daqueles que gostam mais de atmosfera que de ação. Que são poucos. Seu texto tem dicção literária inegável. Isto quer dizer que o ponto de partida está estabelecido. Agora, é como em qualquer esporte: treinar e treinar. Muito.” — Prof. Dr. Francisco Ferreira de Lima (PhD em Literatura).

“Li o romance com prazer e assombro. Deliciei-me com sua narrativa segura e, em muitos momentos, de linguagem surpreendente. Acredito que está ali, de maneira formidável, a consonância entre suas escolhas narrativas e os fatos narrados, o que contar e como contar.” — José Manoel Ribeiro (escritor).

“Quando li o título do livro, fiquei curiosa… gostei muito!

Segui o fluxo de Olga e senti o “fascínio das palavras”, tão caro para Cortázar, na prosa-poesia de Casa pétrea de dois alpendres; o fascínio e o enfrentamento das palavras para garantir, sob o fórum íntimo de Olga, uma dimensão inusitada aos eventos cotidianos de uma família.

Agora, cá para nós, bom mesmo é adentrar num texto literário e sentir uma liberação leitora interior… quando o texto toca nas nossas emoções e memórias! Sobretudo por isso, gostei e indico o livro firmemente!” — Elane Nardotto (Doutora em Educação).

“Amei!

Versos e prosa se confluem e se confundem em foscos e brilhantes sentimentos nas engenhosas palavras que descrevem com distinção os ventos andarilhos da protagonista numa substancial narrativa tão densa que por vezes, na construção da leitura imagética, senti também o cheiro daquela casa pétrea, das histórias dos meus avós no decorrer da minha infância.

A pena cantou corajosamente com sutileza nas mãos de um escritor, de futuro certeiro, que leva o leitor a imaginar…” — Maria Estela (Professora de Língua Portuguesa e Especialista em Metodologia do Ensino Superior).

“A força da inventividade

Um casarão de pedra, simbólico espaço da tradição, desvelos e angústias. Uma família enclausurada no tempo e na austeridade dos próprios costumes, agrilhoada a uma tradição que a um só tempo era a sua glória e a sua desventura. Em meio a isso, Olga, a dissidente.

Aquela que intimamente contesta a imposição da tradição familiar. A menina que no seu silêncio irrequieto afronta os costumes que se lhe afiguram como prisões invisíveis, mas vividos dentro de uma prisão de pedra. O casarão é a prisão; a família a prisioneira de si mesma.

Olga vê, sente, percebe o que os demais tentam renegar, ou seja, a decadência da família.” — Prof. Dr. Otávio Assis (Docente da UNEB).

Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.

📄 Salvar PDF

Avaliações dos leitores

Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.

⭐ Reviews dos leitores