Sobre o livro
Título: A Ciranda dos Covardes: Uma Aventura de Kiny, o Rola-Bosta
Sinopse:
Bem-vindo a Rio de Merda, uma cidade pós-apocalíptica onde o sol mal tem coragem de nascer, o lixão é o playground dos esquecidos e o medo é a única moeda que nunca desvaloriza.
Conheça Kinyesi “Kiny” de Merda, um adolescente metamorfo, meio humano, meio besouro rola-bosta, que vive com seus 24 irmãos e seus pais na favela do morro. Com sua carapaça verde fluorescente que brilha como uma armadura do Homem de Ferro, suas antenas sensitivas e um jeito de malandro carioca que fala gíria pra caramba, Kiny só quer saber de jogar bola no lixão, rolar bosta com os amigos e sonhar em se tornar MC.
A Ciranda dos Covardes é uma família distorcida, liderada pela manipuladora Dona Fome — uma mulher de sorriso doce e olhos famintos que devora tudo pela frente.
Ao lado dela, um bando de criaturas grotescas: a Besta das Favelas, uma fera territorial de força descomunal; o Tubarão dos Esgotos, predador aquático que espreita nas profundezas; Cara-Rádio, um louco que espalha pânico através de ondas sonoras; e Sucateiro Louco, um gênio da destruição que constrói pesadelos de metal.
Por trás de todos eles, uma ameaça ainda maior: o Geneticista, um cientista renegado que enxerga os habitantes de Rio de Merda como meras cobaias para seus experimentos monstruosos.
Quando seus melhores amigos são sequestrados, Kiny precisa deixar de ser só um comédia e se tornar o herói que ninguém esperava. Com a ajuda da família — incluindo sua mãe guerreira Jéssica Merda Cheirosa e seu pai sábio Pedro de Merda — ele vai reunir uma aliança improvável e descer nas profundezas do esgoto para enfrentar a quadrilha.
Mas no caminho, Kiny descobre que monstros não nascem monstros — eles são feitos. E que, às vezes, a única maneira de vencer o mal é oferecendo uma mão amiga.
Nesta aventura de ficção científica com sabor brasileiro, prepare-se para conhecer heróis improváveis, vilões inesquecíveis e uma cidade que, mesmo no meio da merda, ainda guarda espaço para esperança, humor e coragem.
Afinal, em Rio de Merda, até besouro aprende a voar.
Para quem é este livro:
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Fãs de ficção científica distópica como “Mad Max” e “Maze Runner”
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Leitores que amam histórias de heróis improváveis e anti-heróis
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Quem curte narrativas com elementos de terror e suspense
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Apaixonados por cultura brasileira, linguagem de rua e representatividade periférica
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Quem busca uma leitura diferente, original, que foge dos clichês gringos
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Adolescentes e jovens adultos em busca de representatividade
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Adultos que não perderam a capacidade de sonhar com um mundo melhor
Sobre o autor:
eduardo costa é um contador de histórias que cresceu ouvindo que “tinha jeito pra coisa”. Depois de anos colecionando personagens na cabeça, resolveu colocá-los no papel. “A Ciranda dos Covardes” é seu primeiro romance, nascido da vontade de criar uma ficção científica com cara de Brasil — onde os heróis têm sotaque de favela, os vilões são fruto de um sistema podre, e até no meio do lixo pode brotar esperança.
Trecho do livro:
*”A terceira: a gente não é só o que a gente é. A gente é também o que a gente escolhe ser. Todo dia. Toda hora. A gente escolhe entre o certo e o errado, entre o fácil e o difícil, entre o ódio e o amor. E essas escolhas… essas escolhas fazem a gente.
Ele apontou para a cidade lá embaixo.
— Rio de Merda ainda é uma bosta. Ainda é podre, ainda é violenta, ainda é injusta. Mas a gente… a gente pode mudar. Um pedaço de cada vez. Uma escolha de cada vez. A gente pode ser a luz no meio do esgoto.”*
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