Sobre o livro
”As dores que guardei” é um relato visceral e íntimo onde a autora, Anne Olinda, “desnuda a alma e todos os seus tormentos”. Escrito como um desabafo aos vinte anos, o livro transforma em arte as cicatrizes de quem já foi profundamente machucado pelo mundo.
A obra explora a exaustiva dualidade de conviver com a ansiedade e a depressão. Anne narra a sensação de ser uma “passageira do próprio destino”, lutando contra a percepção de falta de controle sobre a vida e o peso das máscaras sociais que nos forçam a caber em moldes alheios.
Mais do que um inventário de mágoas, este livro é um manifesto de sobrevivência e autodescoberta.
É um abraço em forma de palavras para aqueles que enfrentam batalhas silenciosas contra doenças físicas e psíquicas, servindo como um lembrete de que “não precisamos que o mundo entenda nossos abismos; somos mais fortes do que os olhos alheios podem alcançar”.
Uma obra sobre a coragem de ser autêntica, a urgência da juventude e a força necessária para se reerguer, uma e outra vez, diante do silêncio e da falta de apoio.
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