Quando mais doi há mais tinta

Por Vanessa Balochini

Sobre o livro

Esse livro pretende ser um livro-ativista em prol da vida. Diferentemente dos conceitos ainda muito divulgados que uma pessoa depressiva é (coloque qualquer discurso de ódio aqui) há beleza. A condição de estar deprimido é passageira.

Quantos futuros artistas precisarão ser acolhidos no seu nascimento? Haja calor humano. Esse livro é uma pausa para a contemplação que no vazio há ainda vida. Há ainda esperança nas ruas desertas de qualquer coração. Que sentir é o que nos faz humanos, mas não somente isso.

É um protesto em dizer que a nossa humanidade está no acolher e cuidar. No amor genuíno sem trocas. E que a vida não tem preço. O outro é joia rara, às vezes em processo de refundição.

Aqui moram vários versos-protestos. Pausas de quem sentia demais e quem não queria mais sentir, mas que por resistir, ganhou asas e vôo livre no papel. Assim a autora convida a todos a contemplar a vida por outros ângulos e perspectivas.

Cada um pode ter diferentes respostas e que independente da intensidade do sentir há esperança, amor, reflexão e tempo que ainda nos resta para repensar o que é ser/estar humano. É um convite através da arte de reinterpretar a vida. Sob a ótica da Escrita.

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