A PRECARIZAÇÃO NO TELETRABALHO: escravidão tecnológica e impactos na saúde física e mental do trabalhador
Por Talita CamilaSobre o livro
Você se tornou mais um trabalhador que responde a e-mails e não se desconecta do celular para solucionar demandas de trabalho nos momentos de lazer e descanso? O abuso se transformou em normalidade? Qual é o limite do empregador e superiores hierárquicos? Os avanços tecnológicos reorganizam o modo de produção e o teletrabalho advém dessa reengenharia.
O modelo utiliza-se das ferramentas de informação e comunicação (TIC’s) e se opera a distância em diversas modalidades. Todavia, formas precárias de trabalho remoto surgem, em especial com a realização da jornada exaustiva, hipótese de trabalho em condição análoga à de escravo, ainda vigente no art. 149 do Código Penal Brasileiro.
A obra tem por proposta revelar a precarização que envolve o teletrabalho, bem como analisar o poder diretivo do empregador por meio da tecnologia telemática e os novos dispositivos da sociedade do controle a serviço do capital. Valoriza-se o direito à desconexão do labor e investiga-se o teletrabalho no panorama internacional, o teleassédio moral, o acidente de teletrabalho e os impactos na saúde física e mental do trabalhador.
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