A legitimidade sui generis das confederações sindicais e entidades de classe nas ações do controle abstrato de constitucionalidade
Por Rafael Clemente MarinsSobre o livro
MARINS, Rafael Clemente. A legitimidade sui generis das confederações sindicais e entidades de classe nas ações do controle abstrato de constitucionalidade. Rio de Janeiro: NIDH, 2024.
Este livro analisa os legitimados para propor ações de controle concentrado de constitucionalidade, conforme as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).
O estudo aborda debates filosóficos sobre o papel do judiciário na democracia e investiga a origem e evolução do controle de constitucionalidade até os aspectos atuais, buscando desenvolver a ideia de uma “Constitucionalidade à Brasileira”.
A jurisprudência do STF revela que confederações sindicais e entidades de classes possuem um espectro de atuação muito inferior em comparação com outros legitimados.
Embora esses requisitos sejam uma inovação legal introduzida pelo judiciário, eles acabam limitando a participação popular na vida constitucional do país.
Procura-se apresentar as controvérsias sobre o tema, de modo a contribuir para o debate e promovendo uma maior efetividade da Constituição e um sistema de controle de constitucionalidade mais equilibrado e justo.
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