Sobre o livro
Constrangimento (no táxi do Sr. Biribá)
Numa bela tarde de chuva, eu e meu tio avô, chamamos um táxi, para buscar sua moderna televisão TELEFUNKEN, que estava no conserto. No trajeto, dentro de um fusquinha eu soltei um peidinho cheiroso.
Logo o motorista reclamando, disse: pare com isso seu Dico, assim o senhor vai me matar, eu não posso nem baixar o vidro do carro, porque está chovendo muito. E o tio dico falou ao motorista: isso foi coisa do meu neto.
O motorista falou que uma criança inocente e carismática como esta, não poderia soltar um peido deste calibre.
Quando chegamos em frente à loja de conserto de produtos eletrônicos, o tio Dico desceu do carro para pegar o seu televisor, e foi neste exato momento que eu soltei mais um peidinho poderoso. Quando o motorista sentiu o fedor, ele saiu do carro correndo e gritando, seu Dico era o menino mesmo.
Um sujeito sem palavra
O melhor lugar para se divertir, nos anos da jovem guarda, na cidade de Castanhal-PA, era o cine ARGUS. Para os meus tios e o papai, conseguirem dinheiro para os ingressos do cinema, eles tinham que vender todos os seus bilhetes da loteria federal, que o saudoso tio Dico repassava para eles.
O meu amado tio avô, prometeu em uma manhã de sábado, que se seus queridos sobrinhos, que ele criara com muito carinho, conseguissem vender todos os bilhetes de loteria que eles possuíam, eles poderiam curtir um cineminha no domingo.
Ocorreu que na manhã de domingo os seus sobrinhos estavam ansiosos para receberem suas prometidas mesadas. Mas neste final de semana o tio dico, não cumpriu o seu acordo. E um dos seus sobrinhos ficou revoltado com a situação e disse a ele: você é um sujeito sem palavra.
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