O POETA QUE OPERAVA: Poesias cirúrgicas. Delírios clínicos. Confissões sobre o caos, o Sentido, e o silêncio de quem escuta.
Por CHARLES RUBENSSobre o livro
Em algum momento, tudo perde o sentido.
Alguns percebem. Outros se ocupam demais para não perceber.
Este livro é para quem percebeu.
Escrito por um médico no meio do caos do pronto-socorro, entre entubações, silêncios e olhares que não sabem o que pedir,
“O poeta que operava” não é um livro de medicina.
Também não é um livro de poesia.
É um intervalo.
Aqui, casos clínicos viram confissões. Erros viram ritos. E a linguagem falha como sempre falhou.
Com uma prosa direta, às vezes brutal, às vezes delicada,
o autor conduz o leitor por histórias que não terminam quando o plantão acaba.
Porque o que está em jogo nunca foi o diagnóstico.
É o sentido.
E ele quase nunca está onde a gente procura.
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