O uso da inteligência competitiva no processo de inovação do open banking: um estudo em instituições financeiras brasileiras

Por Eduardo Sosa

Sobre o livro

No contexto econômico e de negócios dos dias atuais, em que a globalização amplia a competitividade entre as empresas em todos os setores, a capacidade de inovação está no âmago do sucesso ou do fracasso.

Esta disputa por mercados globais estimula gestores, governantes e reguladores a pensarem em estratégias de fomento à competitividade nos mais diversos setores econômicos. Na esteira deste cenário, o setor bancário vive um momento de transformação estimulado pelas novas tecnologias digitais.

No intuito de estimular esta concorrência, as autoridades monetárias mundiais iniciaram a implantação do chamado open banking.

O open banking parte do princípio de que os dados bancários pertencem aos clientes e não às instituições financeiras e visa facilitar às fintechs e aos próprios bancos a criação de produtos e serviços inovadores, oferecendo aos consumidores mais opções e mais controle sobre seu dinheiro e sobre suas informações financeiras.

A transformação provocada pela entrada do open banking trará mudança para o mercado, rompendo a trajetória existente, inaugurando uma nova rota tecnológica e exigindo adaptabilidade para um mundo digital orientado à inteligência competitiva.

O futuro dos bancos depende da capacidade de reação frente à inovação regulatória do open banking.

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