Sobre o livro
No dia 21 de maio de 2017, dia de nosso Senhor, eu, Jonas Batista dos Santos, fui incumbido de escrever tudo o que o meu grande amigo de muita estima me ditaria.
Após refletir sobre a sua existência e concluir que deveria dizer o que deveria ser dito, disse-me Sanoi que desejava que eu lhe escrevesse uma introdução ao seu pensamento, onde dissertaria sobre as grandes questões, seguido do período de sua vida em que conheceu o seu grande amor onde narraria uma pequena parte de sua vida.
Disse-me também que somente eu teria a coragem de escrever da sua percepção de mundo sem lhe sugerir tolices, quando adequasse, em prol de nivelar a linguagem, ao dissertar sobre as misérias humanas com completude.
Sua boca não é a boca que defende insensatezes por vaidade, é a boca que alcança os extremos para expressar a verdade com palavras certas, o que implica o uso de palavras que expressem todo o horror da degeneração humana.
Penso que sua ação é incomum, válida e eficaz no que propõe, pois, por intermédio de suas impressões sensatas e verdadeiras sobre o mundo é possível lhe conhecer e conhecer a sua filosofia antes de conhecer a parte de sua história neste país onde encontrou o seu grande amor, a mais bela das mulheres para ele.
Eis o que forma o homem, sua formação acadêmica, sua forma de avaliar, suas relações sociais que inclui suas amizades e seu grande amor. Partimos do impessoal para o pessoal, do dissertar sobre grandes questões para o narrar da vida pessoal, o que recebe as primícias da benevolência de um homem.
Sobre o conteúdo, posso dizer que é possível adquirir dele muita sabedoria por observar os grandes de forma superior e que, graças ao Senhor, o único e bom deus, não me percebi nas suas duras críticas belas e morais, pois as percebo como uma reação necessária contra a degeneração contemporânea.
Me senti lisonjeado pela tarefa de escrever uma pequena parte do pensamento e da história do grande filósofo que é também meu grande amigo de muitos anos, o melhor amigo para conversar sobre as grandes questões.
Na sua filosofia, o que mais me impressiona é a verdade de suas palavras que pisa nas ideias errôneas sem misericórdia. É um homem que filosofa realmente com o martelo da verdade.
Usou exemplos de sua vida de sua terra natal e desta terra para dizer o que considerou importante e nestes exemplos seus eu não toquei, respeitei a sua forma de narrar.
Ele optou por trazer situações reais diversas vividas, o que é característica dele, como se estivesse a chamar todos para conversar como pessoas amigas.
Ele é exemplo de filosofo máximo no sentido de ser dos maiores, o tipo de filósofo que reconhece a grandeza dos valores nos grandes, que possui humildade para perceber todos os valores superiores e os apregoar, ao passo que abomina todas as inclinações ruins.
Por ser católico, ele traz o nome de Deus em suas palavras de forma muito sincera e digo, com sua permissão, que suas marcas são o amor, a paciência, o domínio próprio, o regozijo pleno, a benevolência, a fidelidade, a mansidão e a sabedoria e digo que um homem cheio de convicções é também um homem cheio de preconceitos.
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