A Cidade dos Contos Adormecidos (Universo da Imaginação)

Por Ana Lucia Spigolon

Sobre o livro

Há cidades que nunca existiram nos mapas — apenas nas entrelinhas dos sonhos. E há histórias que não foram esquecidas… apenas adormeceram, à espera de quem ainda acredita no poder das palavras.

Em “A Cidade dos Contos Adormecidos”, Paulo e Karina são dois jovens que não poderiam ser mais diferentes: ele, observador e silencioso, acostumado a viver cercado por livros e memórias; ela, curiosa e impetuosa, com o coração inquieto por tudo o que ainda não foi dito. O destino os une em um encontro improvável — quando descobrem uma ponte feita de letras luminosas, que leva a um lugar que ninguém mais consegue ver.

Do outro lado, ergue-se a Cidade. Uma antiga metrópole feita de páginas desbotadas, relógios sem ponteiros e janelas onde frases adormecem como suspiros. Lá, cada rua guarda um enredo esquecido; cada praça é um parágrafo suspenso no tempo. E no alto de uma torre espiralada repousa o Relógio da Imaginação, cuja última batida marcou o instante em que todos os contos adormeceram.

Guiados por Lúmen, o guardião das histórias sonhadas, Paulo e Karina embarcam em uma travessia que os levará muito além das fronteiras do real. Para despertar a Cidade, precisarão decifrar o que há de vivo nas palavras — e o que se perdeu entre o silêncio e o medo.

Cada história que resgatam os transforma: um conto de coragem, uma fábula esquecida, uma memória que volta a pulsar. Aos poucos, compreendem que a Cidade dorme dentro de cada um — e que o despertar começa no instante em que alguém ousa contar o que sente.

Entre ruas cobertas de papel, pontes de cristal literário, jardins de metáforas e livros que respiram ao luar, esta narrativa poética conduz o leitor a uma jornada interior. “A Cidade dos Contos Adormecidos” fala sobre reencontrar o brilho das palavras perdidas, o valor do silêncio criador e a coragem de reescrever o próprio destino.

Mais do que uma aventura, é um convite: para quem já se esqueceu de sonhar, para quem procura sentido nas pausas, para quem ainda acredita que as histórias têm alma — e que cada leitor é também um autor em construção.

Quando Paulo e Karina finalmente alcançam o coração da Cidade, descobrem que o despertar das palavras é, na verdade, o despertar de si mesmos.

E que todo conto, quando contado com verdade, volta a respirar.

  1. Obra integrante do Universo da Imaginação, junto de:
  • O Rio das Letras Invisíveis,
  • A Biblioteca das Histórias Não Contadas e
  • A Montanha dos Sonhos Esquecidos.
  1. Ideal para leitores que amam histórias mágicas, simbólicas e cheias de emoção — onde cada página é uma ponte entre o sonho e a criação.

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