Sobre o livro
Poesia urbana, escrita nas viagens dos metros da cidade de Paris onde as pessoas se arrastam na Febre do tempo e cuja sobrevivência tem o cheiro do castigo da penitência da Febre que transporta o medo. A Poesia das palavras pesadas da multidão febril, agrilhoada, escrava, com rosto e com voz que se pergunta pelo final de tudo na Febre, sempre na Febre de um amanhã que não vem. Não há.
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