O Cavalo Branco de Napoleão: Uma biografia fake não autorizada
Por Eduardo Alencar de AzambujaSobre o livro
É uma obra de fricção, fissão, ficção? Uma biografia fake não autorizada? Você que decide, mas prometo que vai dar muita risada, vai se divertir com este livro. Por breve momento Napoleão Bonaparte virou o ditador preferido da República! Isso mesmo!
O Cavalo Branco é um livro de história ou um livro de humor?
Juntei as duas coisas para contar a trajetória de Napoleão durante a revolução francesa e depois dela, imaginando se tivesse internet, rádio, televisão e jornais naquela época – com as fofocas e o sensacionalismo típicos e usando a linguagem atual – como seriam as notícias, os memes?
Tem detalhes neste livro que você não vai encontrar nas biografias tradicionais de Napoleão. Por que França tem a fama de produzir os melhores perfumes? Porque os franceses daquele tempo não gostavam de tomar banho. A noite francesa era escura, mal iluminada, ruas estreitas e sujas.
Napoleão sofria bulling no colégio militar, o marques de Sade viveu naquela época. Napoleão era da Córsega, falava francês com sotaque, como um mineiro perdido no Nordeste.
A sociedade francesa debochava de seu jeito de falar, ria de seus modos, aristocratas de sapato alto, perucas e maquiagem, o detestavam. Mas no campo de batalha, o baixinho era um gigante – teria vivido por mais tempo se não fosse inventar de invadir a Rússia, onde virou picolé.
O livro segue os primeiros passos de Napoleão na vida militar, até se envolver com a Revolução Francesa e toda aquela confusão que os revoltosos fizeram com o cortador de salame, a guilhotina, em nome da “fraternidade”. Até existia o Baile da Vítimas – uma paródia ao regime do terror.
Homens e mulheres vestiam adereços que lembravam a guilhotina. Usavam um cordão de seda vermelho-sangue à volta do pescoço ou cortavam os cabelos bem curtos, como se exigia daqueles que iam ser decapitados. Outros, enfiavam o pescoço dentro da casaca fazendo-se sem cabeça – tipo Família Adams.
Napoleão tinha carteira de motorista tipo “C”, condutor de carruagens e carroças. Tomei cuidado em citar as principais batalhas que ele travou e a impressionante estatística de mortes, as vezes 40 mil homens em um só confronto.
O cachorrinha de Josefina que atacava Napoleão, as mulheres que ele tratorou pelo caminho, os luxos de Maria Antonieta e Josefina, suas maiores vitórias militares, o carcereiro que o vigiava em Santa Helena e muito mais.
É uma das biografias mais lidas em todo o mundo, obra de referência em academias militares. Cultura e humor juntos, que ótima receita – conhecimento e divertimento. Uma sátira, sem adulterar os fatos históricos originais, obedecendo a cronologia.
Napoleão dizia que a História é uma sequencia de mentiras sobre as quais estamos todos de acordo. Se tanta gente brinca de contar histórias eu também posso distrair leitores fazendo piada em torno do fato real.
Prometo que você vai dar muita risada, já alguns historiadores acadêmicos ficarão muito putos, com certeza.
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