Ser mãe é f*d@!: Mulheres, (não) maternidade e mídias sociais

Por Ana Luiza de Figueiredo Souza

Sobre o livro

Amo meu filho, detesto ser mãe. Em anos recentes, mulheres têm acionado as mídias sociais para debaterem uma série de problemáticas relacionadas à vivência feminina, à maternidade e à não maternidade.

Demandas, contradições, piadas, desabafos, críticas, incentivos, disputas, conselhos, denúncias, ironias e gentilezas se emaranham das postagens às seções de comentários.

A pesquisadora e escritora Ana Luiza de Figueiredo Souza mergulhou (e permanece mergulhada) nesse fenômeno para investigar os movimentos históricos por trás dele, quais conjunturas políticas, econômicas, socioculturais e tecnológicas permitem que ele aconteça, junto a atritos e redes de apoio que surgem entre mulheres com posicionamentos e trajetórias distintas.

Baseado em pesquisa vencedora do Prêmio Compós e na própria atuação em campo da pesquisadora, o livro apresenta um original e necessário panorama sobre as tensões que perpassam a delicada — e não por isso menos intensa — relação entre mulheres com ou sem filhos e aquilo que foi construído como destino de todas elas: a maternidade.

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