Sobre o livro
O CALCETEIRO, CONTO Desde sempre pedras sempre foram vistas ou estiveram a vista, fossem essas citadas acima, fossem pedras bem maiores, como as expostas a ação da maresia em Itapuca, Praia das flexas, as que se avistam da Cidade do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar e Corcovado, as que formam o conjunto que vai pela estrada Fróes, das várias praias da Baía de Guanabara, da Região Oceânica, as que ficam em São Gonçalo, as que ficam aqui em Itaboraí que dá nome ao município.
Todas com seus formatos e tamanhos sem a fama das portuguesas pelo uso tão vasto e variado, marca registrada fisicamente dessa ligação entre as duas nações e que para seu assentamento exige um trabalho que é bruto, com umas ferramentas toscas de se ver, feitas com madeira bruta e que exigem do calceteiro saúde para ficar tsntas vezes fazendo os movimentos dos assentamentos, como a mente é uma viagem sem fim, retorno lá as fortificações e tento vislumbrar as dificuldades dessa engenharia que usava também tantas pedras e ocupou tantos lugares diferentes ao longo desse nosso tão vasto litoral e que só no vislumbrar de suas pedras, conservadas ou não, mostram a história ali nua e crua, desde que seja aguçada a imaginação, claro.
Existem aquelas que são pontos turísticos e as abandonadas e caindo aos pedaços, exatamente como esses calçamentos que tanto estão aqui como lá em Portugal e me pergunto se também não estarão de Angola até Macau…que só faz a viagem aumentar. Então é melhor aterrizar e dar início a história…
Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.
📄 Salvar PDFAvaliações dos leitores
Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.
⭐ Reviews dos leitores




