Apenas um esbarrão: Todos têm demônios dentro de si, mas o que garante que os da pessoa ao lado não são piores?
Por Eloy de OliveiraSobre o livro
Após um casamento interrompido por traição e uma série de relacionamentos desastrosos, Clarice, uma jornalista da Folha de São Paulo, perde a confiança nos homens. No entanto, tudo muda quando ela conhece o delegado André Freitas no metrô de São Paulo.
André parece ser o homem perfeito – é bom de papo, empático, leal, surpreendente, extremamente bem-humorado e incrivelmente criativo. Apesar disso, Clarice acende um sinal de alerta: homens perfeitos não existem… As decepções do passado e sua intuição a levam a hesitar em se envolver com ele.
Porém, Sofia, sua filha, prestes a se formar em Psicologia na universidade, não quer ver a mãe sozinha na festa. Com as circunstâncias conspirando a favor, Clarice e o delegado embarcam em um romance tórrido.
As coisas tomam um rumo diferente quando uma mulher desconhecida alega que André não é quem ele diz ser. No meio desse dilema, Clarice se questiona se deve acreditar em André ou não, enquanto enfrenta o desafio de confiar novamente após tantas decepções amorosas.
Valeria a pena perder o último homem perfeito do mundo?
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