Memórias pedagógicas e filosóficas de um bode expiatório: Acadêmicos maníacos, métodos velhacos e abusividade mediante fraude

Por Daniel Aço

Sobre o livro

PRESTE ATENÇÃO: leitor esperto não se guia pela opinião desonesta e invejosa dos outros!

SINOPSE: Se o memorável Voltaire tivesse nascido na província e na data em que o filósofo e escritor Daniel Aço nasceu, se houvesse trilhado o mesmo caminho filosófico que este pensador brasileiro trilhou, certamente assinaria o ensaio agora apresentado.

À semelhança de Voltaire, Descartes e José Ortega y Gasset, apenas para citar três gigantes da Filosofia ocidental – quiçá ainda sem o devido reconhecimento –, Daniel Aço também estudou Filosofia em meio a personagens e à dogmática da Companhia que os três gigantes igualmente conheceram.

À semelhança do trio fabuloso, o filósofo e escritor brasileiro também sentiu repulsa pelos “ensinamentos” recebidos, hoje expressando a sua posição nestas páginas.

Neste ensaio literário e autobiográfico, o autor expressa mais do que as barbaridades que encontrou ao ter estudado Filosofia num país recentemente saído da Idade Média, embora com a arrogância de se achar desenvolvido na área da educação universitária e em outras tantas.

O autor vai além de denunciar a vagabundagem, a velhacaria e o mau-caratismo dos filósofos brasileiros, que seguem ilhados nas falsas e indevidas cientificidades do positivismo, do neopositivismo, do pós-hegelianismo, entre outras.

Ele dá uma ideia sobre o que pensa da Filosofia ocidental e dá pistas aos leitores sobre onde podem saber mais a respeito de sua visão – que não é a dele somente, é a do mundo civilizado e da espiritualidade ocidentais.

Daniel Aço tem orgulho de ser um herege, um estranho no ninho da Filosofia, tal como, por exemplo, o foram os livres-pensadores do trio fabuloso. O autor deste ensaio não pretende entrar para a história do mundo nem ser reconhecido pelo Universo. Quer apenas lançar uma pouco de luz onde a escuridão é fartamente semeada.

E lembre-se de Voltaire: “Posso não concordar com uma única palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-las”.

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