Desmistificando o “Mito” Paulo Freire e mais sete mitos em educação: Uma crítica à abordagem esquerdista que orienta os temas da educação

Por Noé Amós Guieiro

Sobre o livro

O livro procura desmistificar o “mito” Paulo Freire, demonstrando que sua proposta de libertação do aluno oprimido e da importância de sua autonomia, conforme seus dois livros mais famosos defendem, não tem a capacidade de garantir tal façanha pela simples razão de que seu objetivo, no contexto do final da Guerra Fria, era o de formar estudantes-guerrilheiros para lutarem contra o Estado brasileiro, a fim de que eles auxiliassem na construção de um novo estado, o socialista marxista nos moldes cubano e soviético.

Nesse sentido, não se pode falar em libertação, que ocorre apenas quando tiramos a pessoa de um julgo pesado para que ela viva verdadeiramente livre.

No caso do objetivo da pedagogia freireana, o novo senhor do aluno atuaria com mão muito mais pesada como a experiência histórica demonstrou e, pior do que isso, condenando-o à escravidão.

Quanto à autonomia, sua pedagogia trata o tema de forma falaciosa, pois, iludir alguém dizendo que ele é autônomo, manipulando-o para agir a serviço de utopias de grupos dominantes, anula o próprio conceito de autonomia, que se destina à liberdade do sujeito de viver para si (que é o conceito de emancipação), e não para a coletividade.

Os outros mitos tratados no livro são os que continuam sendo repetidos todos os dias, como o mito de que a educação recupera o caráter das pessoas, de que nível de educação leva à prosperidade da pessoa e do país, de que mais educação significa mais produtividade, entre outros.

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