Sobre o livro
“Eu aceitei o que me deram para suportar a culpa dele ter morrido.”
Victória Rangel e Bernardo Galanis protagonizam um romance onde a culpa, os medos e os traumas da vida não permitem o amor. Entre acertos e erros nossos personagens começam a descobrir que nem sempre a palavra amor tem o mesmo significado para todas as pessoas.
“Demorou para eu aprender que o amor é um sentimento para ser vivido a dois. Quando existe amor somente de um lado, a relação nunca vai acabar bem. Sempre um acaba sofrendo, se anulando, se sentindo culpado e esse alguém fui eu.”
Amar. Verbo transitivo direto e pronominal. Demonstrar amor, ter demasiado amor-próprio. Era o que faltava para um de nossos personagens, se amar, se valorizar, deixar de se culpar, aceitar o melhor da vida e não migalhas. Será que as pessoas ao nosso redor nos enxergam melhor que nós mesmos?
Será que ter uma formação acadêmica é condição de nos tornar menos vulneráveis às armadilhas da vida? O que vale mais, palavras ou gestos? Eu amo? Tu me amas? Eles se amam?! Será assim até o fim!
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