A autoprodução musical: ou navegando e carregando a banda nas costas com uns gigabytes a mais

Por Téo Ruiz

Sobre o livro

O livro A autoprodução musical cumpre uma função importantíssima, justamente nesse momento de reconfiguração do setor musical. Há, no livro, em linguagem inteiramente livre de academicismo e apresenta uma série de conceitos que se inserem no frame do processo em curso, nomeando-os, conceituando-os.

Esse passo é importante em muitos sentidos.

A produção de documentos que se tornam referencias históricas, a nomeação dos fatos constrói, estrutura o discurso; isso é da maior importância funcional: edifica as bases do discurso e dessa forma podemos estabelecer os diálogos institucionais com os atores num campo em disputa e sobre o qual ainda não consolidamos posição.

É um campo em disputa e justamente a produção de documentos estabelece as primeiras fronteiras. O termo “autoprodutor”, já utilizado em discussões sobre políticas públicas para a música, ganha no título desse livro um salto quântico de valor.

Felipe Radicetti (tecladista, arranjador, compositor e membro do Grupo de Ação Parlamentar – GAP)

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