A MÚSICA NO CULTO: O cântico congregacional
Por Crisley Sales Mendes dos SantosSobre o livro
Quem não se recorda de uma música que marcou a sua infância ou algum momento de sua vida? Um som, uma melodia ou um simples toque podem expressar e/ou despertar sentimentos adormecidos e lembranças longínquas. A música se faz presente desde o princípio da humanidade.
Na Bíblia, o primeiro relato relacionado à música está no livro de Gênesis, no capítulo 4 verso 21, onde mostra Jubal sendo chamado de “pai dos músicos”.
A importância da música é demonstrada pelo próprio Deus na Bíblia, quando Ele diz através do salmista: “Louvem-no ao som da trombeta; louvem-no com harpas e liras. Louvem-no com tamborins e danças; louvem-no com instrumentos de cordas e com flautas.
Louvem-no com címbalos sonoros; louvem-no com címbalos retumbantes” (Sl 150.3-5, NAA). A música deve estar presente na adoração que prestamos a Deus. Deus quer que cantemos, pois é agradável aos Seus ouvidos. Deus é glorificado no culto através da boa música.
O propósito deste texto, não é discutir sobre quais os ritmos e melodias você como líder da igreja ou do grupo de música deve adotar. O intuito é direcionar os irmãos a uma melhor compreensão sobre qual a melhor forma da música para que todos cantem na congregação.
Neste livro, chamaremos essa forma de CÂNTICO CONGREGACIONAL. A música na igreja não deve ser motivo de divisão ou contendas, pelo contrário, deve ser motivo de união e edificação.
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