O paradoxo da liberdade em Agostinho

Por Matheus Negri

Sobre o livro

O problema da origem do mal e a resposta ao sofrimento humano estão presentes em culturas e mundos distintos e é abordado pela filosofia no decorrer da história humana. Agostinho se põe a investigar a origem e a definição do mal. Questiona se o mal é uma substância criada por Deus ou um próprio deus?

Se Deus é o autor de todo o bem, o próprio Sumo Bem, como autor do bem jamais poderia praticar algum mal, pois deixaria de ser o Sumo Bem. Com esta e outras questões em mente o bispo de Hipona cunhará uma resposta satisfatória e cristã para tal problema. Seguindo o caminho apontado por Rogério M.

de Almeida em seu livro intitulado A Fragmentação da Cultura e o Fim do Sujeito para analisar a complexidade da questão da vontade, liberdade e do bem e do mal em Agostinho.

Pois o bispo de Hipona apesar de seu dogmatismo e totalitarismo que caracterizam seu pensamento e estragam suas intuições iniciais, isto devido ao seu magistério episcopal, possui na dúvida, nas ambivalências e nos paradoxos fundamentais sua característica mais marcante.

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