Brasões Episcopais: registro e memória visual da Bahia no século XVIII

Por Ricardo Costa dos Santos

Sobre o livro

O presente trabalho teve como objetivo realizar uma análise histórica e estética dos brasões dos arcebispos da Diocese da Bahia do Século XVIII.

Foi feito um estudo sobre a história da Heráldica e suas regras de elaboração, dando ênfase, especificamente, ao ramo da armaria que se dedica às armas-de-fé: a Heráldica Eclesiástica. Outrossim, evidenciou-se o período no qual os brasões foram desenhados e a instituição que os promoveu, a Igreja.

Entende-se, pois, o brasão como desenho e o desenho como registro e memória. Mais ainda, como manifestação artística; e como tal, não está alheia ao seu tempo. Considerou-se, da mesma maneira, a heráldica no contexto do movimento estético vigente no século XVIII na Bahia.

A partir daí, buscou-se nos brasões estudados entender a relação entre o desenho heráldico e o movimento Barroco. Em epílogo, foi feito uma reflexão sobre a história da heráldica, sobre a heráldica brasileira e, em particular, acerca da heráldica episcopal do século XVIII baiano.

Enfatizou-se essa forma de desenho como um elemento importante das artes gráficas coloniais, salientando o valor historiográfico e estético dos brasões episcopais.

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