A Banalidade do Mal: A contra–imagem de Deus na lógica nazista

Por Ana Rubio-Serrano

Sobre o livro

O objetivo deste livro não é mostrar apenas o Auschwitz histórico, mas o Auschwitz que se enraizou no ser humano: a incapacidade de distinguir entre o bem e o mal; a teimosia em reafirmar a própria identidade como unicamente humana e a impossibilidade de pensar a alteridade, de tal forma que, ainda hoje, persiste como um legado, do qual nosso mundo é executor e herdeiro. Auschwitz é, portanto, o ponto de partida, e não o ponto final.

É um estudo que demonstra o modelo anti-homem que surge da antropologia nazista, contrário ao modelo de homem revelado pela antropologia cristã.

Publicação parcial da tese de doutorado da autora.

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