Crônicas Linguísticas

Por José Augusto Carvalho

Sobre o livro

O que se vai ler são artigos (crônicas e ensaios) sobre língua portuguesa que publiquei nas revistas Conhecimento Prático de Literatura e Conhecimento Prático de Língua Portuguesa (ambas da Criativo Mercado Editorial) e Língua Portuguesa (da Editora Segmento) e no jornal A Gazeta, de Vitória, ES.

Os estudos sobre tradução são fruto de duas conferências pronunciadas na Universidade e incluídas em duas obras coletivas organizadas pela professora Dra. Lilian DePaula, da Ufes., e publicadas pela Edufes (Editora da Universidade Federal do Espírito Santo) em 2007 e 2014.

Juntei numa só as duas conferências, fazendo as alterações necessárias para não ser redundante.

A parte referente à origem dos nomes dos dias da semana e do ano bissexto foi um aprofundamento do que publiquei na minha Gramática Superior da Língua Portuguesa, lançada pela Thesaurus Editora.

Esse aprofundamento foi motivado por uma entrevista que dei à jornalista Bruna Estevanin Costa, para a revista Mundo Estranho, da Editora Abril, mas ignoro se essa entrevista chegou a ser publicada.

Os comentários às letras do Hino Nacional Brasileiro e do Hino do Espírito Santo são reproduções um pouco alteradas de duas crônicas que publiquei no livro Entre a cruz e a caldeirinha, editora Florecultura.

O artigo “A poesia é necessária” é reprodução de uma crônica publicada em jornal e aqui incluído por ter uma pequena história que passo a contar.

Há alguns poucos anos, a Editora Ática, por intermédio de Karina Miquelini (que, infelizmente, não conheço), enviou-me e-mail solicitando autorização para publicar, num livro didático de Português – Ensino Médio, de autoria de João D.

Maia, esse texto meu sobre a necessidade da poesia, que ela descobriu em 2005 num site da internet sobre textos de vestibular.

Não sei como o meu artigo foi parar na internet e ainda menos num site de textos de vestibular, já que nunca tive conhecimento antes de texto meu aproveitado em exames de admissão em alguma universidade. É claro que dei autorização à Editora Ática, já que publicar é tornar público.

Acredito que nem era necessário pedir esse tipo de autorização, porque acho que é permitida por lei a utilização de textos alheios em trabalhos acadêmicos, mesmo sem a autorização expressa do autor.

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